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Sinpol aponta escutas ilegais em delegacias e exige resposta da SDS.
Recentemente, o Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (SINPOL-PE) enviou uma nota à imprensa, denunciando um ato que consideram arbitrário e ilegal. A associação afirma que a Secretaria de Defesa Social (SDS) de Pernambuco instaurou escutas clandestinas nas delegacias do interior do Estado.
“Essa ação, além de violar a Constituição Federal e diversas leis que regem a atividade policial assim como os direitos fundamentais dos cidadãos, constitui uma ameaça direta à autonomia e à liberdade investigativa da Polícia Civil”, destaca um trecho da nota. Confira a íntegra abaixo:
Nota oficial
O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (SINPOL-PE) manifesta publicamente sua indignação diante da grave ilegalidade praticada pela Secretaria de Defesa Social (SDS), que instalou escutas clandestinas nas delegacias de polícia do Estado. Essa ação, além de ferir frontalmente a Constituição Federal e diversas leis que regem a atividade policial e os direitos fundamentais dos cidadãos, representa uma ameaça direta à autonomia e à liberdade investigativa da Polícia Civil.
A decisão causa estranheza ao SINPOL, especialmente por ocorrer às vésperas de um ano eleitoral e logo após aliados da governadora, incluindo representantes do mesmo partido, estarem sob investigação da Polícia Civil. O momento da implementação dessas escutas levanta suspeitas de que seja uma tentativa de monitorar, controlar e intimidar o trabalho investigativo dos policiais civis, especialmente quando esse trabalho se aproxima de figuras ligadas ao poder político.
O SINPOL enfatiza que não é contra a instalação de sistemas de gravação audiovisual institucionais, desde que realizados de forma transparente, controlada e dentro da legalidade.
O sindicato apoia e defende a implementação de gravação de áudio e vídeo em ambientes técnicos e bem definidos, como salas de oitiva para depoimentos, sempre com a finalidade de garantir segurança, integridade e proteção tanto dos servidores quanto da população.
O que o sindicato reprova e denuncia é a utilização de escutas clandestinas e não autorizadas pela Justiça, que violam direitos, comprometem investigações e transformam o ambiente policial em um espaço de vigilância política.
Além de ferir garantias fundamentais, tal prática representa uma tentativa velada de intimidação dos policiais civis, que diariamente se esforçam para proteger a população pernambucana. “É alarmante que, nas vésperas da eleição e após investigações envolvendo aliados do governo, haja uma tentativa tão evidente de silenciar a Polícia Civil. As delegacias são locais onde se encontram relatos de vítimas em situações extremas de vulnerabilidade, especialmente mulheres que sofreram estupro, abuso sexual e violência doméstica. Os depoimentos dessas vítimas são protegidos por sigilo legal e tratados com a máxima cautela pelos policiais civis. Essa política de vigilância interna adquire um caráter claramente político e autoritário”, denuncia Áureo Cisneiros, presidente do SINPOL.
O sindicato exige a imediata retirada das escutas clandestinas das delegacias, a proteção dos trabalhos investigativos, a preservação do sigilo dos depoimentos de vítimas e das comunicações entre advogados e clientes, além da responsabilização dos gestores envolvidos.
O SINPOL-PE informa que irá formalizar uma denúncia ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e enviará ofícios ao presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), ao presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), ao Ministério Público do Trabalho e à presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PE), solicitando ações urgentes e fiscalização rigorosa sobre o ocorrido.
Estes aparelhos de alto custo demonstram a falta de sensibilidade do governo Raquel Lyra, que deveria investir em melhorias estruturais nas delegacias, além de itens básicos, como água mineral, material de limpeza e expediente, ao invés de impor um controle semelhante ao da Gestapo sobre os policiais civis.
O sindicato também cobra da governadora Raquel Lyra o envio imediato à Alepe do projeto de lei que estabelece a nova Lei Orgânica da Polícia Civil de Pernambuco, uma agenda essencial para modernizar a instituição, garantir sua autonomia funcional e assegurar que o trabalho policial seja realizado com independência, técnica e coragem, doa a quem doer.
Via Blog do Magno
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Fonte: Blog Petrolândia Notícias
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Vandalismo: Totem recém-inaugurado no Jacintinho é depredado
Vandalismo no Jacintinho | Reprodução TVPajuçara
Um ato de vandalismo provocou indignação em Maceió. O totem com a frase “Jacintinho é Massa”, instalado no recém-revitalizado mirante do bairro, foi encontrado danificado e com letras quebradas. O espaço havia sido entregue à comunidade há pouco tempo, no dia 24 de julho, como parte de um projeto de repaginação do local. As imagens…
Um ato de vandalismo provocou indignação em Maceió. O totem com a frase “Jacintinho é Massa”, instalado no recém-revitalizado mirante do bairro, foi encontrado danificado e com letras quebradas. O espaço havia sido entregue à comunidade há pouco tempo, no dia 24 de julho, como parte de um projeto de repaginação do local.
As imagens do estrago mostram partes das letras forçadas e destruídas, o que evidencia a ação deliberada de depredação do patrimônio público.
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No local do incidente funciona também a Casa de Direitos, estrutura que conta com câmeras de segurança instaladas exatamente na direção do totem. As imagens gravadas pelo sistema de monitoramento devem ser utilizadas para identificar os autores do crime e encaminhar o caso às autoridades competentes.
Impactos da depredação
A destruição do equipamento afeta diretamente a comunidade local, que utiliza o espaço para convivência e lazer.
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Prejuízo à Comunidade: O mirante conta com área de convivência e brinquedos infantis, sendo um ponto de encontro para famílias e crianças da região.
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Depredação Recorrente: Há suspeitas de que os danos visem a retirada de partes metálicas da estrutura para posterior comercialização ilegal.
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Crime contra o Patrimônio: A depredação de bens públicos é crime previsto no Código Penal, passível de punição e ressarcimento dos danos causados.
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Morte de bebê em Senador Rui Palmeira: pai é suspeito
Anny Emanuelly Nunes da Silva
A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) instaurou um inquérito policial para apurar as circunstâncias que levaram à morte da bebê Anny Emanuelly Nunes da Silva, de apenas 2 meses de vida. O crime ocorreu na noite do último domingo (30) no município de Senador Rui Palmeira, no Sertão alagoano. O pai da criança, um jovem…
A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) instaurou um inquérito policial para apurar as circunstâncias que levaram à morte da bebê Anny Emanuelly Nunes da Silva, de apenas 2 meses de vida. O crime ocorreu na noite do último domingo (30) no município de Senador Rui Palmeira, no Sertão alagoano.
O pai da criança, um jovem de 19 anos, foi preso em flagrante apontado como o principal suspeito do homicídio. A mãe da vítima, que é menor de idade, foi ouvida e liberada pelas autoridades.
Atendimento médico e sinais de agressão
A bebê deu entrada em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do município conduzida por uma ambulância, acompanhada pelos pais. Na unidade, os profissionais constataram que a vítima chegou sem pulso, sem movimentos respiratórios e com múltiplos ferimentos.
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Uma das coisas que mais chamou atenção foram os inúmeros hematomas espalhados pelo corpo e suspeita de fratura em uma das pernas. A equipe de saúde tentou procedimentos de reanimação, mas o óbito foi confirmado no local.
A mãe relatou aos profissionais de saúde que as agressões haviam sido praticadas pelo pai da criança.
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Prisão do suspeito e procedimentos legais
A Polícia Militar efetuou a prisão do jovem de 19 anos. Segundo informações da corporação, o homem teria confessado o crime, embora detalhes sobre os atos de violência não tenham sido abertos ao público. Ele foi autuado por homicídio qualificado e transferido para o Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) de Santana do Ipanema.
O corpo da bebê foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML) para a realização de exames necroscópicos. A Polícia Científica aguarda a conclusão dos laudos periciais para encaminhar aos investigadores e não divulgou dados preliminares das anomalias constatadas.
As investigações estão sob responsabilidade da 2ª Delegacia Regional de Santana do Ipanema, com prazo legal de 30 dias para a conclusão do inquérito.
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‘Gil Matador’, investigado por envolvimento em homicídios, é executado a tiros em Maceió
Viatura – Foto: Josival Menezes/ Já é Notícia
Um homem foi morto a tiros na tarde desse sábado (29), em frente a um bar no bairro do Jacintinho, em Maceió. A vítima não havia sido oficialmente identificada até o fim da ocorrência, mas moradores relataram à Polícia Militar (PM) que se tratava de um homem conhecido pelo apelido de “Gil Matador”. Segundo o…
Um homem foi morto a tiros na tarde desse sábado (29), em frente a um bar no bairro do Jacintinho, em Maceió. A vítima não havia sido oficialmente identificada até o fim da ocorrência, mas moradores relataram à Polícia Militar (PM) que se tratava de um homem conhecido pelo apelido de “Gil Matador”.
Segundo o relatório policial, o homicídio aconteceu por volta das 13h57, nas proximidades da Travessa Boa Esperança, paralela à Rua Santo Antônio. A vítima foi encontrada já sem vida no local.
Ainda conforme os relatos repassados aos militares, o homem seria ex-presidiário e teria deixado recentemente o sistema prisional. Moradores também afirmaram que ele seria conhecido na região por suposto envolvimento em outros homicídios. Essas informações, no entanto, ainda não foram confirmadas oficialmente pela investigação.
Polícia isola área após homicídio
Uma guarnição da Força Tática realizou o isolamento da área e acionou o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom). Uma equipe da Supervisão do 13º Batalhão de Polícia Militar também esteve no local para prestar apoio.
Além disso, equipes do Instituto de Criminalística (IC), do Instituto Médico Legal (IML) e da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foram acionadas para os procedimentos relacionados à ocorrência.
Investigação deve apontar autoria e motivação
A Polícia Civil (PC) deverá investigar as circunstâncias do assassinato, além de tentar esclarecer a motivação e identificar o responsável pelos disparos.
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