Foto: Arquivo Portal Infonet

O radialista George Magalhães foi condenado a mais de nove anos de prisão pelo crime de estupro. As acusações surgiram no ano de 2018 e o radialista chegou a ficar preso entre os dias 13 de setembro a 8 de novembro daquele ano, quando conseguiu o relaxamento da prisão por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Na época, o processo estava em curso e o radialista acabou sendo alvo de novas acusações relativas a suposta corrupção de testemunha, atitude classificada como meio de dificultar as investigações. A Polícia Civil instaurou o inquérito policial, que tramitou pelo Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV) da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), concluindo pelo indiciamento do radialista pelo crime de estupro.

O crime teria ocorrido dentro da residência do próprio radialista em um condomínio de luxo localizado à beira mar, na Praia de Atalaia, em Aracaju. A vítima seria uma funcionária de uma empresa terceirizada, que presta serviços ao condomínio residencial. O radialista sempre negou envolvimento com o crime de estupro.

O advogado Evânio Moura, que atuou na defesa do radialista, se manifestou a respeito da decisão da juíza Olga Barreto, da 1ª Vara Criminal, assegurando que ingressará com recurso para reverter essa sentença. “A defesa respeita a decisão, embora a considere equivocada, notadamente pela análise das provas dos autos”, ressaltou o advogado. “Irresignada com a sentença, a defesa vai interpor recurso no prazo legal”, complementou.

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