Para a discussão, o longa-metragem entrevistou especialistas na temática do cangaço, a exemplodo sócio fundador da União Nacional de Estudos Históricos e Sociais (Unehs), Antonio Amaury, dos pesquisadores Frederico Pernambucano de Melo, Luiz Ruben, Rosa Bezerra e Germana Gonçalves, além da filha e da neta de Lampião e Maria Bonita, Dona Expedita e Vera Ferreira, respectivamente.
“O filme resulta de um esforço para a elaboração de um produto que seja capaz de subsidiar discussões a respeito de um tema brasileiríssimo. Convidamos a comunidade unebiana e os demais interessados para prestigiar esta estreia, que será realizada em um espaço baiano tradicional do cinema de arte”, destaca o coordenador do Ceec, Manoel Neto, que dirigiu o filme em parceria com Lucas Viana (WebTV).
A produção tem 80 minutos e revela as motivações para a entrada das mulheres no cangaço, o papel delas dentro dos bandos, os costumes, crenças, dramas pessoais, a sexualidade e as representações destas mulheres. O projeto, que teve início em março de 2012, conta com filmagens nas cidades de Salvador, Paulo Afonso (BA), Recife (PE), Aracaju (SE), São Paulo (SP), Piranhas (AL), além de visita a Grota do Angico, local da morte de Maria Bonita e Lampião.
Depois da estreia em Salvador, o longa-metragem deve ser exibido em cidades como Canudos (BA), Recife, João Pessoa (PB), Rio de Janeiro (RJ), Serra Talhada (PE) e Aracaju.
O filme conta com coprodução do laboratório audiovisual Épuras e apoio das Pró-Reitorias de Graduação (Prograd) e Extensão (Proex) da UNEB (Universidade do Estado da Bahia) e da Diretoria de Audiovisual (Dimas) da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), instituição vinculada à Secretaria estadual de Cultura (Secult).

Da Redação HS 24 horas
*Colaborou Ascom/ Uneb

Fonte: Vermelho

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