Foto: 7Segundos

Uma família humilde da Vila São José, zona rural do município de Traipu, abriu as portas da residência para mostrar o drama pelo qual estão vivenciando.

A estrada que dá acesso à casa da família é de difícil acesso, mesmo assim, a reportagem do Sete Segundos conseguiu chegar até o local no momento em que uma equipe do Conselho Tutelar estava presente.

O relato da agricultora, Marlúcia dos Santos Farias, de 25 anos, deixou a nossa equipe muito comovida. Ela é mãe de uma menininha de seis anos de idade que sofre com deficiência múltipla e aguarda por cirurgia há cerca de dois meses.

A criança teria sido atendida no Instituto Tarcizo Freire, onde segundo ela por descuido, teve o estado de saúde agravado. A mãe explicou à reportagem que uma funcionária da instituição teria puxado uma das pernas da filha dela, que chorou bastante por conta da dor. Ela disse também ter sofrido uma queda de moto quando retornava para o seu lar. “Chovia muito e a estrada é muito perigosa. Não gosto de andar de moto, mas era o único jeito, disse.

“Amo minha filha e estou sofrendo junto, preciso de ajuda. Por Favor ajudem minha filha,” pediu a genitora.

Moradores da vila estão comovidos com a situação e estão fazendo o que podem para ajudar, como é o caso de Raquel Gomes. Ela fez um apelo nas redes sociais e pediu apoio do 7 Segundos. ” Resolvi procurar a imprensa porque é o grito mais alto. Minha intenção é ver essa criança ajudada. Políticos, empresários e instituições competentes, favor ajudar essa família,” completou.

Manoel Cicero Junior e Carla Arielly Oliveira, conselheiros tutelares, disseram que o órgão tomará as medidas cabíveis para agilizar a cirurgia da menina. Também vão procurar saber do Complexo Multidisciplinar Tarcizo Sampaio Freire para saber o que houve com a criança.

Em conversa com Michael Freire, coordenador do centro de reabilitação do instituto, esse disse acreditar que as informações prestadas pela agricultora são inverídicas e convidou a família para ir até o complexo para esclarecer o caso. “A criança não era assistida por nossa equipe. Ela veio apenas fazer avaliações, não chegou a entrar na piscina… Inclusive chegou aqui com baixo peso,” finalizou.

 

Fonte: 7Segundos

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