Vereador critica Direitos Humanos: “Quando um policial é morto, não se manifestam”

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3a76070bd9d607a3412c1f044428eb39A falta de segurança em Arapiraca foi o principal tema de discussões na sessão desta terça-feira, 10, na Câmara de Vereadores. Ao todo, 14 parlamentares estiveram presentes.

O primeiro vereador a comentar sobre o assunto foi Tarciso Freire (PSD). Ele informou que apresentaria Voto de Aplauso ao vice-governador José Thomas Nonô (DEM), devido a apuração rápida no assassinato do policial militar Ivaldo Silva, ocorrido na terça-feira (9), no Grupamento da Polícia Militar (GPM) de Porto de Pedras.

Segundo o parlamentar, quando se mata um policial não acontece manifestação por parte dos Direitos Humanos, ao contrário de quando o crime é com algum bandido.

“É preciso conter a onda de violência que assusta a sociedade. A Polícia Militar tem hoje um efetivo bastante reduzido para combater os bandidos”, disse.

O mesmo pensamento foi defendido pelo vereador Moisés Machado, que classificou como uma afronta as instituições de segurança pública a morte de um policial militar.

Para Machado, o Estatuto da Criança e do Adolescente também deveria sofrer uma mudança urgente, no intuito de melhorar a punição aos menores infratores.

Moisés Machado voltou a defender que policiais militares deveriam receber horas extras após atuarem em suas folgas, apesar do Conselho de Segurança já ter se mostrado contrário a medida.

 

Fonte: Minuto Arapiraca

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